Embriaguez do Cognoscente

Embriaguez do Cognoscente
Embriaguez do CognoscenteNameEmbriaguez do Cognoscente
Type (Ingame)Item de Missão
FamilyNon-Codex Series, Non-Codex Lore Item
RarityRaritystr
DescriptionUm cálice de adornos exuberantes. Dizem ser uma lembrança de Reed Miller, fundador dos Ladrões de Tesouro.

Item Story


(Um cálice de adornos exuberantes. Dizem ser uma lembrança de Reed Miller, fundador dos Ladrões de Tesouro.)

Dizem as lendas que no passado, a taça de vinho do mestre ladrão já conteve o melhor vinho do mundo. Também dizem que já conteve o pior e mais amargo vinho do mundo, assim como lágrimas das ruas.
Essa era uma época quando a chuva de sangue negro se tornou uma lenda aterrorizante, e o Forjador da Tocha suplicou à nova senhora de Snezhnaya por anistia para a fronteira.

Talvez por gratidão pela misericórdia da Tsaritsa, o mestre ladrão não perseguia mais a riqueza dos nobres que caíram da graça.
Ao invés disso, ele assumiu incontáveis identidades, buscando aliviar as tristezas das pessoas com canções e vinho.
Diz a lenda que o ladrão que retirou a máscara prateada possuía um rosto tão belo quanto o de um espírito das neves,
capaz de, com perfeitas maneiras, transitar entre os bailes da nobreza, e de, com postura despreocupada, adormecer embriagado nas tavernas dos humildes,
tecendo para dois tipos de pessoas igualmente medíocres e vazias a mesma lenda fascinante que prende o coração e encanta os ouvidos.

"Entoemos um canto para este tempo de bebedeira, meu querido espírito."
"Um brinde à coroa que um dia há de apodrecer, e ao nome imortal do ladrão."
"Que rouba as lágrimas da dor do mundo e as oferece num beijo de escárnio aos deuses."
"Não por prazer, não por poder, mas apenas pelo sorriso da pessoa amada."

Das confidências sussurradas à beira do travesseiro até os gritos delirantes dos bêbados, as pessoas se encantaram com o herói fora da lei onipotente das canções,
até que o cantor e o protagonista da canção se tornaram o mesmo enigma, a ser eternamente entoado por inúmeros poetas nas noites monótonas...

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