
![]() | Name | Registros de Hanan Pacha (I) |
Type (Ingame) | Item de Missão | |
Family | Book, Non-Codex Series, loc_fam_book_family_6969425 | |
Rarity | ![]() ![]() ![]() | |
Description | Uma fábula passada de geração em geração, na qual o lendário Sábio da Chama Roubada é o protagonista. Historiadores profissionais, dizem, estão em consenso que os conteúdos desse conto não tem nada a ver com a história. |
Item Story
Aqui está registrada a história de como o sábio mais sábio em toda história, Waxaklahun Ubah Kan, aquele conhecido como Sábio da Chama Roubada, e como a tribo vivendo em Hanan Pacha, que ele construiu, ascendeu e então foi espalhada. Como muitas das histórias mais antigas, ela começa na era em que as estrelas e lua seguravam o céu, os dragões governavam a terra e o Lorde da Noite governava o Reino da Noite. As pessoas da época eram ignorantes e vagavam pelas terras áridas. O primeiro Arconte Pyro ainda não nascera, assim como nenhuma das Visões, então ninguém podia fazer além de ser controlado pelos elementos. Até Waxaklahun Ubah Kan trazer de volta a semente do Flogisto da terra preta e vermelha. Apenas então a humanidade ganhou o poder de rivalizar as feras selvagens e dragões malignos. Agora, ouvintes astutos podem já estar se perguntando, como um humano, como o Sábio Waxaklahun Ubah Kan pôde roubar a chama do Flogisto das garras dos dragões malignos? Essa é precisamente a primeira história que vou contar. As lendas contam que há muito, muito tempo, nas terras vermelhas e pretas, vivia um dragão alado. Esse dragão era o descendente do grande Lorde do Vulcão, Xiuhcoatl Em algumas versões da história, dizem que ele era o próprio Xiuhcoatl, mas só os deuses sabiam que tipo de contador de história cometeria tal erro. Afinal, quem poderia esquecer que quem derrotou Xiuhcoatl foi o próprio primeiro Arconte Pyro, Xbalanque. Como as coisas poderiam ter sido resolvidas num ponto tão cedo da história? Enfim, quando o grande Lorde do Vulcão adormeceu profundamente, esse vaidoso dragão alado tomou os tesouros que já pertenceram ao anterior e se proclamou como rei solitário. Entre esses tesouros, um dos mais marcantes era conhecido como “Pyrofosforita”. Era um cristal refinado do fogo primitivo nas profundezas do grande vulcão, e sua cor era de um arco-íris em constante mudança, brilhando com uma luz deslumbrante. Iluminado por sua radiância, o próprio dragão alado tornou-se incrivelmente brilhante. “Testemunhem quão belo sou! Minha luz ilumina o mundo, eu sou o sol desta terra.” Assim falou o dragão alado. Mas ele não era nenhum sol, e sua beleza não era nada além do reflexo da luz da Pyrofosforita. E, por sua vez, essa luz não fazia mais do que iluminar as terras vermelhas e pretas na qual vivia. Talvez fosse a vaidade do dragão alado que ofendeu o Lorde da Noite, pois ele enviou o Sábio Waxaklahun Ubah Kan para derrotá-lo. Mas talvez isso pareça insuficiente para alguns, e assim os deuses enviaram o tolo, Chaac, com ele. Sob a proteção do Lorde da Noite, os dois chegaram às terras vermelhas e pretas, e ao longe, viram o dragão alado radiante. Waxaklahun Ubah Kan não estava com pressa de avançar, mas fez uma zarabatana de bambu e acertou o olho do dragão alado com um único disparo. Chaac observou com alegria e estava prestes a partir em investida para capturar o dragão alado, mas foi impedido pelo Sábio. “Chaac tolo, embora um olho dele esteja cego agora, ele ainda possui poder ilimitado. Com seu corpo humano, como pretende lidar com ele?” O sábio Waxaklahun Ubah Kan pensou num plano melhor. O dragão alado ferido retornou à sua caverna para se esconder, então o Sábio Waxaklahun Ubah Kan e o tolo Chaac se disfarçaram de médicos, e entraram na caverna. “Minha nossa! Você é tão glorioso! Tão esplêndido e radiante! Ah, mas que pena que você não possa se ver, e nem mesmo a multidão pode testemunhar sua beleza.” Waxaklahun Ubah Kan elogiou ele. “Tudo isso, pois alguns dias atrás, algum verme desprezível atirou e me cegou. É por isso que posso apenas me esconder nessa caverna.” “Isso é realmente serendipitoso! Por acaso, somos médicos viajantes, e nos especializamos em curar doenças dos olhos. Em minha opinião, se você substituir seu olho com uma gema brilhante, você mais uma vez será capaz de ver a luz”, disse o Sábio. “E não apenas isso, mas até podemos substituir suas presas e garras com gemas, e você certamente brilharia doze vezes mais do que já o faz.” Ao ouvir essas palavras, o dragão voador vaidoso não conseguiu evitar de fantasiar sobre o quão belo seria se fosse doze vezes mais radiante. Ele concordou alegremente sem parar para pensar em nem um detalhe. Assim o Sábio e o tolo Chaac pegaram o Frutogrão que haviam preparado mais cedo, e aos poucos substituíram os olhos, presas e garras do dragão voador com o Frutogrão. Ah, pobre dragão voador! Não apenas seu olho não se curou, mas até perceber que foi enganado, ele nem podia mais comer aqueles dois pequenos humanos! E assim, ele morreu atordoado, e a Pyrofosforita caiu nas mãos do Waxaklahun Ubah Kan. O tolo, Chaac, achou que eles deveriam oferecer o tesouro para o Lorde da Noite, mas o sábio Waxaklahun Ubah Kan tinha uma ideia diferente. Ele sabia que os dragões que governavam a terra possuíam poder muito maior do que a humanidade, mas não tinham necessariamente mais sabedoria. E o segredo para o poder estava dentro daquela Pyrofosforita. Então ele a quebrou e abriu, e o vasto poder explodiu. Então, o sábio Waxaklahun Ubah Kan ganhou o poder dos dragões — que é conhecido como “Flogisto”. |
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