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DescriptionNa época, quando os mil ventos ainda sopravam pelo Templo do Espaço, o povo antigo do Elísio acreditava que a cidade-estado, selada eternamente em seu caixão, superaria a destruição trazida pela corrupção externa no fim de tudo, florescendo incessantemente em uma floresta sagrada.
Mesmo assim, todas as coisas nesse mundo vêm e vão. O sonho do Elísio jamais retornará. O que resta no vento não é nada senão poesia e flores desabrochando.

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